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A importância dos Testes de Controle de Qualidade em Ressonância Magnética
FÍSICA MÉDICACONTROLE DE QUALIDADERESSONÂNCIA MAGNÉTICARDC Nº611
Inova Física Médica
12/24/2025
Quando a gente fala em ressonância magnética, está falando de um dos exames mais sensíveis e complexos da área de diagnóstico por imagem. A qualidade da imagem depende de uma cadeia inteira de fatores: estabilidade do campo magnético, desempenho dos gradientes, uniformidade de RF, qualidade das bobinas, calibração do sistema, entre outros. Por isso, os testes de controle de qualidade não são um detalhe burocrático. Eles são parte essencial da segurança do paciente e da confiabilidade do diagnóstico.
A Instrução Normativa Nº 97, vinculada à RDC Nº 611, estabelece os requisitos específicos para os serviços de ressonância magnética no Brasil. Entre esses requisitos, está a obrigatoriedade da implementação de um programa de garantia da qualidade, com testes periódicos documentados, critérios de aceitação definidos e registro dos resultados. Ou seja, não basta realizar o exame. É preciso comprovar, tecnicamente, que o equipamento está operando dentro dos padrões adequados.
Do ponto de vista prático, os testes de controle de qualidade têm três objetivos principais:
Garantir qualidade de imagem
Detectar falhas precocemente
Um pequeno desvio na homogeneidade do campo magnético ou na uniformidade do sinal pode gerar artefatos sutis. Em alguns casos, isso pode comprometer a interpretação, principalmente em estudos neurológicos, musculoesqueléticos ou oncológicos. Quando o controle de qualidade é feito de forma sistemática, esses desvios são identificados antes que impactem a qualidade do exame.
Rotina de testes semanais:
Os testes semanais são realizados de acordo com os critérios estabelecidos no Programa de Garantia da Qualidade do serviço, em conformidade com a IN Nº 97.
Entre as avaliações mais importantes, destacam-se:
• Frequência central
• Avaliação e identificação de artefatos
Essas verificações permitem acompanhar o desempenho do equipamento ao longo do tempo. Nem sempre surge uma falha clara de imediato. Em muitos casos, o que ocorre é uma perda gradual de performance. Quando existe monitoramento periódico, é possível identificar essas variações precocemente e corrigir antes que impactem a qualidade da imagem e, consequentemente, o diagnóstico.


Por que isso é estratégico para o serviço?
Além da exigência regulatória, manter um programa estruturado de controle de qualidade reduz custos a médio prazo. Equipamentos monitorados tendem a apresentar menos paradas inesperadas, menos repetição de exames e menos desgaste na relação com médicos solicitantes.
Para o responsável técnico, também é uma proteção profissional. A documentação dos testes, com registros organizados e critérios de aceitação claros, demonstra conformidade com a IN Nº 97 e reforça o compromisso do serviço com a segurança e a qualidade assistencial.
Em resumo, o controle de qualidade em ressonância magnética não é apenas uma exigência normativa. É o que sustenta a confiança no laudo. Sem ele, a imagem pode até parecer boa. Mas não há garantia técnica de que ela realmente represente o que está acontecendo com o paciente.
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